[*] garciano
Nome:Vicente
Idade: 22
Cidade: Garça-SP
E-mail: bandamst@hotmail.com
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[*]Rafael Frasson
Quinta-feira, Agosto 28, 2003
As diferenças entre os homens e mulheres sejam em suas constituições biológicas como na vida em sociedade e entre outros diversos parâmetros, são inúmeras e talvez até incontáveis.
Porém, se existe uma diferença específica e que me intriga é o fato da inveja e a rivalidade ter em geral um grau acentuadamente maior entre as mulheres do que se verifica nos homens.
A constatação da manifestação deste fato entre as mulheres é facilmente identificada quando estão reunidas em grupos. Ao contrário dos homens que se reúnem para falar sobre mulheres, futebol, ou seja lá qual for a área de interesse, as mulheres muito freqüentemente se reúnem para expor entre si a falta de qualidade de outras de suas semelhantes, ou em outras palavras "metem o pau" naquelas sirigaitas que deram em cima dos seus queridos ou outras razões menos nobres que esta.
Esse tipo de característica, e agora eu aproveito para esclarecer que existem exceções a essa regra, já me foi confirmada por várias mulheres, mas de onde ela aflora e suas razões me são desconhecidas até o momento.
Talvez seja por isso que tantas mulheres prefiram ter laços de amizades com homens, que são considerados mais abertos e sinceros.
É obvio que generalizei o tema para estipular um padrão de comportamento e retorno a explicação de que existem exceções, que esse tipo de afirmação não serve para todas.
Mas como explicar que seja tão comum entre seres tão belos atitudes tão destrutivas no que se trata a rivalidade e competição?
ás 8:12 AM
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Quarta-feira, Agosto 27, 2003
"Belo é manter, o quanto possível, a calma na infelicidade e não se irritar, pois não vemos claramente o que é bom ou ruim naquelas conjunturas; de nada adianta suportá-las com péssimo humor; nas coisas humanas não há nenhuma que mereça um sério interesse." Platão (República, 10, 604)
Lembro como se fosse hoje da minha primeira aula de literatura. Não que tenha acontecido algo incrível, muito pelo contrário, foi uma aula comum com nada de especial e grandioso, acho que estudamos a respeito das Novelas de Cavalaria (que aliás, nem me lembro ao certo definir com certeza o que significavam).
Na verdade o que ficou marcado para mim foi uma frase dita pelo professor- "O bom humor nos faz superar as dificuldades com mais facilidade". Não sei ao certo se essa foi a maneira documental que ela foi dita, só sei que ela ficou em mim desde então.
Os nossos pensamentos a respeito da vida e de tudo o que nos envolve definem como vamos nos comportar diante das situações que se apresentam, isso é evidente, porém só temos ao meu ver dois tipos de posturas: a de fazer beiço e cara feia ou manter o espírito equilibrado e rir das coisas a até mesmo de nós mesmos.
O mal humor, assim como o bom humor, contamina as pessoas como um vírus potente, porém considero que o primeiro trata se de uma doença e o segundo a vacina.
Logo que acordo penso em como meu dia pode se desenrolar, e minha oração é para que possa ter um dia repleto de alegria diante das dificuldades que terei que enfrentar.
Já perceberam como as coisas parecem fáceis e até o tempo parece andar mais rápido quando estamos nos divertindo?
ás 11:31 AM
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Terça-feira, Agosto 26, 2003
Esse é o terceiro ano (ou seria o quarto?) ano em que estava na empreitada na Faculdade. Tranquei o curso nesse semestre por falta de matérias relativas ao meu curso (e por uma certa dose de preguiça, tenho que confessar.) Eu curso Turismo na Universidade do Sagrado Coração de Bauru, decidi por isso quando trabalhei em uma agência de turismo em Uberlândia. Considero uma área em crescimento e que sofre, principalmente no Brasil, pela falta de profissionais qualificados e idéias novas.
Porém vejam que idéia interessante nesse texto para divulgação do nosso país no exterior.
O regionalismo na telenovela como forma de difundir o turismo no Brasil
As telenovelas brasileiras são exportadas para diversos países, e com o advento da revolução tecnológica podem ser vistas em qualquer lugar do mundo, insinuando um cartão postal
Luis Fernando Ferreira (*)
O turismo vem merecendo a atenção de muitos especialistas da área, tendo sido utilizado na telenovela como forma de assegurar aos telespectadores de uma determinada região a identificação com as suas paisagens e valores culturais, além de possibilitar a telespectadores de outras regiões o conhecimento mais próximo da diversidade geográfica brasileira.
Observamos que a imagem da telenovela alcança e incita regiões que pouco são conhecidas do telespectador, como por exemplo,nas telenovelas de Silvio de Abreu, que retratam a cidade de São Paulo, com suas ruas, avenidas, bairros e restaurantes.O autor em seu texto coloca alusões e situações contemporâneas ligadas ao espaço urbano de São Paulo.
As telenovelas brasileiras são exportadas para diversos países, e com o advento da revolução tecnológica podem ser vistas em qualquer lugar do mundo, insinuando um cartão postal.
Refletem nossa imagem enquanto cultura, espaço físico e possibilidade de diversão e lazer. Tomamos como exemplo as telenovelas da Rede Globo, que são exibidas em Portugal. Elas mudaram os hábitos lusitanos, impuseram costumes, resgataram palavras e expressões que não eram mais usadas no país e tornaram-se um modelo a ser alcançado pela ficção televisiva portuguesa.
O espaço externo da telenovela torna-se um laço para o turismo, tem a função de estratégia, de impressão. Como por exemplo, a região do Pantanal, exibida na telenovela "Pantanal", a região do Araguaia, apresentada na telenovela "O Rei do Gado" e o litoral do Ceará, mostrado na telenovela "Tropicalente". Desenvolvendo no telespectador o imaginário e transportando-o a um mundo totalmente, diferente do seu.
(*)Prof. Universitário há 16 anos. Leciona na Universidade Ibirapuera/Faculdade Italo Brasileira e Faculdade Teresa Martin. Mestre em Ciências da Comunicação e doutorando em telenovela. Publicou os livros: ¿Telenovela e Conto: um encontro - transformação de uma telenovela em um conto¿ e ¿Domínio de Linguagem II.
Texto divulgado pela Agência Carta Maior.
Fico imaginando se Garça servisse de cenário para uma trama de novela. Seria uma daquelas novelas em que um cidadão "garciano" voltaria a cidade após uns vinte anos e perceberia que tudo continuaria igual e ele acabaria morrendo de tédio. Estou brincando. Essa cidade tem um potencial turístico imenso, basta olharmos para ela com outros olhos.
Mas será que daria alguma história boa nessa cidade?
Alguém sugere alguma?

ás 3:00 PM
Esse post está direcionado a um grande amigo, que constantemente não perde a chance de tentar me deixar constrangido em público, sugerindo que eu tenha dúvidas a respeito da minha sexualidade. Abaixo segue o fragmento da ótima coluna publicada no Digestivo Cultural por Eduardo Carvalho que coloca de certa forma esse meu amigo em posição desconfortável (no bom sentido!) com este tipo de atitude, afinal ele acaba alcançando seu objetivo inverso.
Hey Man!!!
"Existe, em todo homossexual histérico, uma heterossexualidade reprimida, que é o que explica, em grande parte, essa incontrolável necessidade de bichas constantemente anunciarem que são bichas. É como se, na verdade, quando desmunheca ou levanta o dedinho ao tomar café, o gay precisasse assumir e afirmar, para ele mesmo, sua opção sexual, com a intenção de afastar dúvidas e exercitar a confiança. O impulso, eu diria, é o mesmo daquele metido a machão, agressivo e forte, que, insistindo em exibir uma masculinidade postiça, esconde seus mais profundos desejos carnais. Ambos os estilos são ridículos. Mas o machão, pelo menos, carrega também, além do apetite insatisfeito, uma silenciosa vergonha, que o impede de confessar que faz parte de um grupo. Uma passeata de homens que precisem comunicar ao resto do mundo que são homens, quer dizer, que preferem mulheres, resultaria num retumbante fracasso, alcançando o objetivo inverso: quem participasse desse evento seria, imediatamente, considerado gay." http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1114
Sexta-feira, 4/7/2003
ás 9:22 AM
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Domingo, Agosto 24, 2003
Escorpião.
"Valorize seus sonhos sem se importar se eles vão contra o que é sensato fazer.O bom senso nem sempre é a melhor escolha, pois ele se mede pela adequação, e para realizar um sonho às vezes é necessário fazer coisas inadequadas".
Nesse dia ao ler meu horóscopo veja com que me deparei.
Tentei refletir a respeito dos meus sonhos e minhas escolhas e traçando um paralelo ao que aprontei ontem à noite cheguei a feliz conclusão que finalmente tenha deixado de querer me adequar a coisas que pra mim nem fazem sentido. Afinal tem dia que é preciso "enfiar o pé na jaca" e ouvir nossa intuição.
Quem disse que vou ficar contrariando meu destino?
O mais irônico é que nem levo a sério horóscopos.
Ah, antes que me esqueça, encontrei uma mulher perfeita para escrever o nome na sola do meu pé.
Ela que aguarde.
ás 8:00 PM
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Sexta-feira, Agosto 22, 2003
Você acredita em feitiços?
Até algum tempo atrás confesso que não acreditava.
Numa conversa com uma velha amiga começamos a nos questionar sobre a magia e partir de então comecei a ler bastante a respeito.
Porém o primeiro feitiço que realizei, eu aprendi com uma garota muito louca que não vejo há muito tempo. Fora um feitiço muito simples, mas que serviu para me deixar muito impressionado com o resultado obtido.
Os únicos ingredientes para um feitiço dar certo são consciência, respeito e principalmente fé. Consciência de que o que você fizer voltará para você multiplicado por três, respeito em relação a magia e seus mistérios e fé para impulsionar o feitiço a seus objetivos.
Se você quiser tentar, siga as instruções descritas abaixo:
Feitiço para atrair a pessoa desejada.
1-Antes de dormir, pegue uma caneta e escreva o nome da pessoa na sola do seu pé direito.
2-Feche os olhos imagine agora como você gostaria que essa pessoa se aproximasse de você.
3-Faça uma breve oração agradecendo a Natureza por ter alcançado seu objetivo.
Perceberam como é simples?
Comigo não precisei esperar mais que quarenta e oito horas, a pessoa que havia escolhido, que não era próxima a mim, havia me escolhido. Depois mostrei a sola do meu pé com o nome dela. Ela, assim como eu, ficou boquiaberta.
ás 3:02 PM
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Terça-feira, Agosto 19, 2003
Durante dois anos tenho pensado em escrever um livro. Não se trata de um livro de poesia, ou um romance-ficção, mas sim uma espécie de documentário de denuncia. O que eu poderia saber de tão interessante para tal produção, deveria ser a pergunta mais sensata a ser feita. Pena que a resposta tão quanto o conteúdo da produção talvez não sejam tão agradáveis não só para algumas pessoas, mas para toda uma entidade (poderia até dizer a sociedade).
Dos meus dezoito aos vinte anos troquei o aconchego da minha casa, impulsionado pelo o que eu considerava uma vocação e, pelo convite para trabalhar em favor da igreja católica de forma leiga de maneira mais atuante em um instituto de missionários que conhecera em um encontro.
Nesse encontro posso dizer que tive uma experiência muito especial com Deus, digo que foi a partir dele me converti e comecei me interessar em aprender e desenvolver esse lado espiritual que me fazia muito feliz. A partir dele participei de vários outros encontros até que me tornei coordenador de um grupo de jovens. Não me tornei santo po isso..cometia e cometo erros como todos.
Tudo parecia indicar que fazer parte desse Instituto seria o passo mais seguro que poderia ser dado. Queria mais do que tudo que os outros sentissem como era bom seguir os passos de Cristo, enfim, estava muito entusiasmado.
Durante dois anos ficaria na cidade de Uberlândia-MG em um período considerado de formação para me tornar um missionário.
É a respeito desse período que o livro vai buscar em suas linhas, uma época em que nunca aprendi tanta coisa boa e ruim (em sua maioria!!!) em toda a minha vida. Posso dizer que fiz um curso técnico de sobrevivência, mais que isso, aprendi na marra que a vida não é nada fácil.
O engraçado é que o título eu já tenho. Ele se chamará "Kadoshy: A verdade por trás dos consagrados a Deus."
Começo o primeiro capitulo hoje. Me aguardem.
Para vocês sentirem como eu pensava naquela época, basta ler um texto que produzi e enviei para o jornal da paróquia que participava está disponível na web.
[*] Jornal O Pescador
Graças a Deus nós mudamos com o tempo. Não sei se pra melhor ou pior mas sei que não sou mais o mesmo. Talvez só tenha perdido um pouco da inocência daquela época. Sei que tudo o que fazemos na vida trazemos só pequenos detalhes de momentos.
Trago em minha lembrança e em minhas orações pessoas que considero muito.
Seu Lauro, Dona Vera, Eliete, Ediomar, Laurinho, Virginia, Juliene, Natalia, Bruno, Deyse (minha baixinha), Heiter, Flávia, Ariela, Emerson, Roberto Sampaio (cara 10!), Angélica, Adriana, Marcelo (Gessinger), Elisia, André, Seu Ricardo e sua esposa, Flávia (UNIT), Merilyn (Amex), Janaina (olhos de verão). que Deus os abençõe sempre.
ás 3:15 PM
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Segunda-feira, Agosto 18, 2003
Virgens em extinção?
Nos tempos dos meus pais o correto era casar virgem. Não que as pessoas se casassem realmente sem conhecer o que é bom, até porque a regra parecia servir apenas para as mulheres, já que muitos pais levavam seus filhos homens nas famosas casas de mulheres de vida fácil.
Passadas algumas décadas parece que tudo virou do avesso. Hoje a virgindade parece mais um castigo do que uma virtude. Eu mesmo já ouvi frases como: "-Se você quiser achar alguma virgem vá até algum berçário. Mas vá logo!" Tirando a ironia e certa dose de exagero, podemos encontrar alguma verdade por trás dela.
Essa escassez de virgens só nos faz ficarmos mal acostumados e simplesmente nos deixam atônitos diante de um autêntico exemplar virgem. Até porque para elas não se trata de apenas uma pequena e sensível membrana que se quebra, mas talvez exista um hímen psicológico que separa os anseios e as expectativas da primeira vez, da primeira vez propriamente dita.
Talvez a idealização em excesso do momento crucial seja determinante para que as recém-iniciadas não fiquem satisfeitas, ou saciadas, com a primeira experiência.
Acredito que a maioria dos comentários ou lembranças desses momentos não sejam tão bons no quesito sensibilidade por culpa de homens que não respeitam a genética feminina.
E com esses caras, apenas com muitíssima sorte (ou com uma mãozinha!) essas mulheres um dia experimentarão o orgasmo.
Que a Virgem Santa proteja sempre essas lindas meninas mulheres e suas interrogações da descartabilidade masculina. (inclusive a minha? No way!)

ás 9:53 AM
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Quinta-feira, Agosto 14, 2003
Se existe um auto-estima frágil é a desse que escreve. Sempre lutei minha vida inteira contra uma força que me levava acreditar que todas as pessoas eram melhores que eu. E até hoje, às vezes, me pego com essas idéias. Mas a verdade é que tem dias em que a gente se olha no espelho e se sente mal por algum motivo, parece que olhamos diretamente para um inimigo. Tenho tentado controlar esses sentimentos em mim, tentando saber que mensagem o meu organismo está me transmitindo e assim tomando rédea da situação. Mas as vezes é dificil porque não sabemos que a solução está dentro de nós mesmos, lá num cantinho empoeirado do que somos.
Talvez o problema é que nem sabemos quem somos.
e você quem é?
foto

ás 9:14 AM
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Sexta-feira, Agosto 08, 2003
Há algum tempo tenho pensado em ter um lugar que pudesse explicitar minhas impressões em relação ao mundo e suas peculiaridades. É claro que por causa da avalanche de assuntos e objetos de observação, vou tentar me ater em comentar a respeito de um universo que podemos chamar de paralelo ao que vivemos, não porque está presente em outra dimensão material ou espiritual, mas sim porque os fenômenos que nele acontecem certamente não existem em outros lugares. Vou tratar neste blog a minha percepção em relação aos fenômenos que testemunho em minha vida, na minha cidade e a maneira que esta afeta e condiciona as pessoas em seus efeitos positivos e negativos. Através de textos em que tenho trabalhado há algum tempo e que são resultado das minhas viagens reais e interiores, e da insistência em me comunicar melhor comigo mesmo e com os outros. Não tenho a pretensão de trazer neste espaço um trabalho científico, ou que seja reconhecida alguma espécie de qualidade estilística ou de conteúdo, mas apenas instigar pensamentos novos, controvésias, mostrar fatos, ou simplesmente gerar polêmica quem sabe.
ás 10:13 AM